terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Conhecendo a Debian

Debian GNU/LinuxO Debian GNU/Linux foi lançado em 1993. Seu fundador, Ian Murdock, visualizou a criação de um projeto totalmente não-comercial, desenvolvido por centenas de voluntários em seu tempo livre. Cercado mais por céticos do que por otimistas, o Debian estava fadado a se desintegrar e entrar em colapso, mas a realidade foi muito diferente. O Debian não só sobreviveu, como também prosperou, e em menos de uma década tornou-se a mais extensa das distribuições Linux e provavelmente o maior projeto colaborativo de software jamais criado!

O sucesso do Debian GNU/Linux pode ser ilustrado pelos seguintes números: ele é desenvolvido por mais de 1.000 voluntários, seus repositórios contêm mais de 20.000 pacotes (compilados para 11 arquiteturas diferentes) e é a fonte de onde beberam mais de 120 distribuições e live CDs. Números assim não são igualados por nenhum outro sistema baseado no Linux. O desenvolvimento do Debian é feito em 3 ramos principais (ou quatro, se se incluir o híper-atual "experimental"), com graus crescentes de estabilidade: "unstable" (também conhecido como "sid"), "testing" e "stable". Esta progressiva integração e estabilização de pacotes e características, juntamente com os reconhecidos mecanismos de controle de qualidade, garantiram ao Debian sua reputação de ser uma das distribuições melhor testadas e livres de bugs entre todas hoje existentes.

O Debian é Diferente

O Debian pode ter começado como uma distribuição típica, mas agora é mais que isso. Outras distribuições, especialmente as comerciais, como Red Hat e SUSE, tendem a tratar suas distros Linux como produtos tradicionais de software. Matéria-prima, na forma de software de projetos de Software Livre ou Código Aberto, é colocada em uma caixa preta onde é empacotada e preparada pelo revendedor e exposta cuidadosamente embalada. Estas empresas podem disponibilizar o código-fonte dos seus pacotes, mas restringem fortemente o seu processo de construção e distribuição. Elas assumem a complexidade da construção de uma distro, os processos de garantia de qualidade e distribuição em troca de dinheiro. O lado bom para seus clientes: acesso simplificado ao Linux. O lado ruim para seus clientes: dependência do criador da distribuição para obter novas tecnologias, controle de qualidade e suporte.


O motivo pelo qual distribuições como MEPIS, Linspire, Knoppix e Ubuntu são baseadas na arquitetura do Debian é, em grande parte, por conta da disponibilidade de ferramentas especializadas e de conhecimento acumulado e comprovado sobre como construir, testar e distribuir um sistema operacional, por parte do Projeto Debian. Os desenvolvedores destas franquias estão usando e melhorando os processos do Debian e alguns deles estão retornando suas experiências ao Projeto Debian, beneficiando as demais franquias.

Todas as pessoas envolvidas nestes projetos estão aprendendo a arquitetura da distribuição e como as ferramentas de desenvolvimento do Debian funcionam. Eu acredito que esta é a ameaça mais subestimada ao modelo de negócios de companhias como Red Hat e Novell. Da mesma forma que o próprio Linux, quando uma comunidade se forma para comoditizar um segmento de tecnologia, a competição aumenta e os preços caem fortemente. A única vantagem real que as distribuições comerciais oferecem sobre distribuições comunitárias/franquias é uma relação um pouco mais convencional com o fornecedor e certificações de segurança/ISVs. Embora eu admita que estes são diferenciais valiosos em certos segmentos de mercado, seu valor, no longo prazo, será corroído pelas melhorias tanto do Debian quanto das distribuições baseadas nele.

Controle é Dinheiro


Assim, quando você ouvir falar sobre o Debian, ou sobre uma das populares distribuições derivadas, tenha em mente que o Debian é diferente de outras distribuições GNU/Linux. O Debian habilita qualquer grupo a prover suporte para si mesmo, se houver interesse em empregar algum tempo e esforço. O uso da arquitetura Debian permite o mais profundo controle sobre o sistema operacional e as aplicações instaladas. Isso se traduz em controle sobre a decisão de realizar atualizações, e quando fazê-las. E como a Microsoft habilmente demonstra a cada trimestre, este controle vale uma grande quantidade de dinheiro.

  • Prós: Muito estável, notável controle de qualidade; inclui mais de 20.000 pacotes de software; suporte a mais arquiteturas que qualquer outra distribuição Linux
  • Contras: Conservador - devido ao suporte a tantas arquiteturas, novas tecnologias nem sempre são incluidas; ciclo de lançamentos lento (uma versão estável a cada 1-3 anos)
  • Gerenciamento de Pacotes: Advanced Package Tool (APT), com pacotes DEB
  • Edições disponíveis: Imagens para CDs/DVDs instaláveis para 11 arquiteturas, incluindo todos os processadores de 32-bits e 64-bits da Intel, AMD, Power e outros

5 razões para não usar Linux

Em um artigo bem engraçado, Steven da Linux Watch nos diverte com o seu humor refinado.

O texto foi contextualizado para o Brasil...Leia o artigo do diretor da Flux Softwares, Ulisses Leitão, sobre o assunto:

Eu adoro Linux! Eu o utilizo em meus servidores, em meus desktops e estações de trabalho. Utilizo Linux nas minhas estações de Jogos e de Multimídia, onde ele opera o meu sistema de gravação de vídeos HDTV TiVo, juntamente com meu Home Theater com suporte Wireless pelo D-Link DSM-320, o que transforma a minha rede doméstica em uma pequena biblioteca de Vídeo de Terabytes de capacidade! É verdade, eu rodo ainda Linux embarcado em meu Acess Point LinkSys WRT54G, onde toda a tralha se conecta à internet com segurança.

Mas, Linux realmente não é para qualquer um. Sério! Deixe-me apresentar as minhas cinco principais razões para lhe convencer a NUNCA cair na besteira de pensar em migrar para Linux.

Razão número um: Linux é muito complicado
Mesmo com estas interfaces gráficas modernas, tipo KDE, Gnome e XFCE, embora em 99,9% do tempo você tenha apenas que usar o mouse, pode ser que em algum momento – apenas possível, nem mesmo provável – você seja obrigado a usar uma horrível linha de comando e escrever comandos complicadíssimos como ls para listar arquivos de um diretório ou cd para mudar de diretório, ou editar um mísero arquivo de configuração!

Veja, se você compara isto com o Windows, onde você em algum momento precisará de utilizar uma linha de comando DOS – apenas possível, nem mesmo provável – tendo que digitar dir para listar arquivos de um diretório e cd para mudar de diretório, ou que você tenha que editar um arquivo Windows Registry onde, os técnicos lhe dirão, apenas uma linha poderá comprometer o seu sistema de tal forma que você terá de reinstalá-lo do zero. Quanta diferença!

Razão número dois: Linux é muito difícil de instalar
E é verdade! Pois, no fim das contas, com estes sistemas modernos de instalação do Linux, como no Flux Linux (merchandising!), Ubuntu, Mandriva, Suse, Red Hat e Debian, você ainda é obrigado a colocar o CD ou DVD no driver, apertar um botão infame, escolher um nome para o seu computador e fornecer uma senha para o usuário do sistema. Meu Deus, quanta complicação!

Agora veja, com o Windows é tudo diferente. Você tem colocar o CD ou DVD no driver, fazer exatamente as mesmas coisas anteriores e então iniciar o processo de atualização on line do sistema, que pode durar de duas a três horas! Mas no final, vale a pena, pois estudos da Symantec comprovam que sistemas Windows desatualizados podem ser criticamente infectados em questão de horas. Veja, no Linux tudo é horrivelmente aborrecido: O sistema, sem nenhuma atualização de segurança, deverá estar seguro e atual por período superior a seis meses! Que graça tem isto?! Cadê a emoção?!

Razão número três: Linux não possui aplicações suficientes
É bem verdade que atualmente a grande maioria das distribuições Linux já vêm com diversos Navegadores de Internet dos mais seguros, como o Firefox ou com recursos desconhecidos no mundo Windows, como a tradução simultânea de página disponível no Konqueror. Claro que todas já vêm com clientes de email como o Kmail ou Evolution; com clientes de Mensageiros Instantâneos para MSN, como o Kopete ou o Gaim; com aplicativos VoIP, como Ekiga e Skype; vêm com editores de Imagem, Som, Vídeo e editores de páginas para internet, como os aplicativos Gimp, Audacity, LiVES e NVU. Seguramente você terá aplicativos multimídia para ouvir CD, em formato WAV, MP3 e OGG, assistir DVD, VCD, MPEG4, etc... Além disto, você terá opções: Xine, Kaffeine, Mplayer, VLC Player, etc. Na verdade, a maioria das distribuições Linux já possuem toda a suíte de escritório instalada e gratuita. Você poderá editar textos, planilhas e apresentações de graça com o Open Office e seus derivados! E mais, é certo que você poderá ler e escrever nos formatos de arquivos do Office do Windows: .doc, .xls e .ppt sem mistérios! Há ainda os aplicativos profissionais de banco de dados, de servidor web, de acesso remoto seguro com criptografia forte, de interação com rede Windows, etc... etc e etc...

Mas, para falar a verdade, Windows também tem o Internet Explorer e o Outlook Express, o navegador de internet e o cliente de e-mails mais utilizados por aí. Se bem que ambos tenham alguns problemas de segurança... É claro que o Windows também tem um cliente MSN (afinal, é MS...), embora, também aqui os problemas de segurança não sejam poucos...

E óbvio, o Windows também vem com o Microsoft Office, o qual... – Oh! É verdade, havia me esquecido, terei de comprá-lo a parte por um custo parecido com aquele do meu Computador. Vixe! Mas, existem opções: Lotus 1-2-3... Hummm, será realmente uma opção?! O que falar do finado Wordperfect?! Talvez hoje a melhor solução para o ambiente Windows seja mesmo instalar um Open Office para Windows, aquele mesmo que você pode utilizar de graça também no Linux, com as mesmas funcionalidades!
Bom, para resumir: Qual era mesmo aquele aplicativo que não TINHA no Linux? Não estou me lembrando...

Razão número quatro: Linux não é seguro
Bem se a Microsoft diz isto, é porque deve ser verdade... ou não! O que devo pensar? Esta empresa é realmente especialista em IN-segurança, pois não passa um dia sem que tenhamos notícia de mais uma falha crítica de segurança no Windows. A quem você deve dar crédito: à Microsoft ou a sua própria experiência?!

Razão número cinco: Linux é muito caro
Você está querendo dizer que a Microsoft é uma mentirosa? Veja bem, estas empresas Linux horrorosas, como a Flux Softwares (merchan again...), Red Hat, SuSE lhe cobram até mesmo uma taxa para você ter o suporte ao Linux. De toda forma, em geral, você poderá baixar os Softwares de graça pela internet, plenamente funcionais e sem restrições de desempenho.

Mas veja, você compra o seu computador e o Windows já vem instalado, certo? De graça, certo? Hummm, de graça?! Bom, se o seu computador tem o selinho da Microsoft o preço estará embutido e será três vezes mais caro, por dez vezes menos software do que o que vem em qualquer distribuição Linux. Mas talvez o mais certo é que ele não possua o selinho, seja um legítimo pirateado, com ou sem o seu conhecimento!

Mas, de toda forma, ele já vem com tudo. Completinho, completinho! A menos que você queira editar um texto e fazer uma planilha. Neste caso pague mais R$ 1.400,00 pelo MS Office. Ou que você queira se dar ao luxo de uma proteção contra Vírus, mais R$ 120,00 pelo Norton, ou contra aqueles terríveis Spywares que querem levar a senha de sua conta bancária, mais R$ 70,00 pelo McAFee. Se quiser um Firewall de brinde, para evitar invasões ao seu computador doméstico ou àquele da contabilidade de sua empresa, mais R$ 90,00 pelo Zone Alarm Pro. Mas senão, o seu sistema é seguro mesmo... não precisa de nada disto. Existe sempre a alternativa de reinstalar tudo, perdendo, é claro, todos os seus arquivos... É tudo apenas terrorismo!
Pensando em tudo isto, eu lhe pergunto que razões haveria para você usar Linux? Bobagem!!!

Ulisses Leitão
* Diretor da Flux Softwares, coordenador do projeto Flux Linux para desktop e servidores. Pesquisador e professor com doutorado na Alemanha, está engajado na adoção de Software Livre no setor público e empresarial, desde 1998. / ulisses@fluxsoftwares.com
Livre tradução e adaptação do artigo “Five reasons NOT to use Linux”, de Steven J. Vaughan-Nichols, no Linux Watch:
http://www.linux-watch.com/news/NS8124627492.html

Melhorar rendimento da internet

Se tem banda larga, estes pequenos ajustes vão melhorar a sua conexão e torná-la bem mais rapida. Para mais informações sobre esta dica, clique aqui
vamos abrir o ficheiro /etc/sysctl.conf back-up

sudo gedit /etc/sysctl.conf


e depois acrescente esta linhas no fundo

net.core.rmem_default = 524288
net.core.rmem_max = 524288
net.core.wmem_default = 524288
net.core.wmem_max = 524288
net.ipv4.tcp_wmem = 4096 87380 524288
net.ipv4.tcp_rmem = 4096 87380 524288
net.ipv4.tcp_mem = 524288 524288 524288
net.ipv4.tcp_rfc1337 = 1
net.ipv4.ip_no_pmtu_disc = 0
net.ipv4.tcp_sack = 1
net.ipv4.tcp_fack = 1
net.ipv4.tcp_window_scaling = 1
net.ipv4.tcp_timestamps = 1
net.ipv4.tcp_ecn = 0
net.ipv4.route.flush = 1


Você tem que redefinir sua sysctl para estas tenham efeito. Digite o comando:

sudo sysctl -p

E pronto!



SOBRE IPv6
IPv6 é um protocolo Internet. A maior parte de seu software usa IPv4 embora e isso provoca conflitos.

Vamos criar um arquivo.

sudo gedit /etc/modprobe.d/bad_list


Em seguida, cole-o no arquivo e salve o arquivo e saia.
alias net-pf-10 off


Dando velocidade ao Firefox


Abra o terminal e digite:

cd ~/.mozilla/firefox/*.default/


Após isso, digite:

gedit user.js

E cole todas as linhas

user_pref("network.http.pipelining", true);
user_pref("network.http.proxy.pipelining", true);
user_pref("network.http.pipelining.maxrequests", 8);
user_pref("content.notify.backoffcount", 5);
user_pref("plugin.expose_full_path", true);
user_pref("ui.submenuDelay", 0);
user_pref("content.interrupt.parsing", true);
user_pref("content.max.tokenizing.time", 2250000);
user_pref("content.notify.interval", 750000);
user_pref("content.notify.ontimer", true);
user_pref("content.switch.threshold", 750000);
user_pref("nglayout.initialpaint.delay", 0);
user_pref(network.http.max-connections", 48);
user_pref("network.http.max-connections-per-server", 16);
user_pref("network.http.max-persistent-connections-per-proxy", 16);
user_pref("network.http.max-persistent-connections-per-server", 8);
user_pref("browser.cache.memory.capacity", 65536);

Download dos videos do youtube nunca foi tão fácil

O Youtube é sem dúvidas o maior portal de videos da internet, mas infelizmente não podemos efectuar o download dos videos. Ou talvez sim...


Existem pelo menos 3 maneiras práticas de baixar videos do youtube:
1
Talvez a mais prática seja esta:
a) carregue o vídeo do Youtube (espere completar a barra);

b) sem fechar o Firefox, abra a pasta "/tmp" pelo Nautilus (vc. chega nela pelo "sistema de arquivo");

c) copie, também pelo Nautilus, o vídeo que estará lá (vc. verá a "miniatura" ou "preview" dele) para sua pasta pessoal.

2
Podemos usar uma aplicação simples chamada Qttube.
Screenshots e Download:
https://wiki.ubuntu.com/QtTube

3
Usando as várias extensões do friefox
YouPlayer
(download de vídeo: youtube, google vídeos, metacafe, etc)
https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/5709

UnPlug
(download de audio e vídeo: youtube, google vídeos, metacafe, etc)
https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/2254

Download Embedded
(download de movies, mp3s, flash, quicktime em páginas web, mas não funciona com youtube ou google vídeos)
https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1993

VideoDownload helper
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/addon/3006

Navegando anoninamente usando o Ubuntu (TOR)

O Tor é um sistema para ocultar rotas e procedências de conexões, enfim, privacidade na internet. Os hábitos dos usuários e suas informações têm valor econômico e empresas das mais diversas formas quebram nossa privacidade com a finalidade de maximizar lucros ou criar estratégias baseadas no nosso comportamento como internautas.

O Tor intermedia o acesso a rede Onion, que é uma espécie de VPN de rotas aleatórias. Se você quiser acessar o site www.ubuntu.com, uma solicitação sai de seu computador e trafega até o servidor do Ubuntu na Inglaterra que faz o caminho de volta e oferece ao seu navegador os dados da página. Se o Tor intermediar sua conexão, o seu pedido de acessar www.ubuntu.com, trafegará entre nós (= nodes, servidores) da rede Onion até chegar no seu destino e voltar. A diferença é que o caminho dentro da rede Onion é aleatório e um nó só conhece seus vizinhos imediatos.

De forma esquemática, vamos supor que A seja seu computador, F seja o site do Ubuntu e as demais letras são nós da rede Onion. Os dados fluiriam na seqüência A -> B -> C -> D -> E -> F. No protocolo do Tor, cada nó só conhece seus vizinhos. B conhece você, A, e conhece C, nó para o qual ele enviou a solicitação. Mas por sua vez, não conhece D e E. O nó C conhece apenas B e D, ou seja, ele é incapaz de saber de onde veio essa solicitação, você já está oculto. E assim sucessivamente até chegar ao seu destino.

Para o instalarmos no Ubunu, basta usar o apt-get.

sudo apt-get install tor


Agora para ajustarmos o Firefox a usar O TOR


A maneira a mais fácil usar o Tor com Firefox é usar uma extensão/addon para controlar o proxy do Tor. Eu sugiro o FoxyProxy, que é muito simples de trabalhar . Para instalar o addon, abrir seu browser de Firefox e ir aqui:

https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/2464


Quando vc reiniciar o Firefox, o addon far-lhe-á algumas perguntas da configuração e fará o Tor trabalhar automaticamente para você. Agora com a opção de FoxyProxy, você pode especificar que Web site a ser visitado com proxy do Tor.

Para ver se o Tor está funcionando, digite no seu navegador sem usar FoxyProxy:
https://torcheck.xenobite.eu/.
Note o IP address no local.

Depois, digite novamente como a opção de FoxyProxy, adicionam este local como um whitelist em FoxyProxy (editando a propriedade do proxy do Tor em FoxyProxy), e visitam então o local outra vez:

https://torcheck.xenobite.eu/

O teste pode mostrar a uma mensagem de alerta que você não está usando o Tor, mas você pode ignorá-la. Verifique o IP que está sendo mostrado e ve for diferente da sua primeira visita, Se assimocorrer , O TOR está "escondendo seu endereço com sucesso.

Diversão segura para crianças, com o Firefox e o Gubble

Glaxstar, que permite os pais definirem o que as crianças podem acessar, livrando-as de conteúdos pornográficos e violentos, o que hoje são facilmente encontrados na Internet, até mesmo em inocentes pesquisas em site de busca, esses conteúdos podem aparecer.

Na primeira vez que o Glubble é executado, será solicitado username e uma senha para criação de uma conta para os pais ou “guardião” e uma senha individual para a conta de cada criança, que não poderá ser alteradas por elas.

Quando você iniciar o Firefox será exibida uma colorida tela, dizendo que o Firefox está bloqueado, você precisará selecionar um usuário para iniciar.

Glubble - Tela 1

Após a criança selecionar seu username, o Firefox será rapidamente reiniciado com uma interface modificada, utilizando o tema do Glubble e uma interessante Start Page, com links e thumbnails de todos os sites autorizados. O Glubble também possui uma longa lista de sites pré-autorizados, que você poderá editar. Também possui uma caixa de busca para o Yahoo! e Google, porém as buscas são limitadas apenas a site com conteúdo seguro (”white sites”).

Glubble - Tela 2

Se a crianças tentar acessar qualquer site além dos autorizados, será exibida uma mensagem de acesso negado e a opção de solicitar autorização de acesso para o controlador. A requisição é enviada por e-mail para o controlador selecionado, que ao iniciar o Firefox, terá a opção de permitir o rejeitar.

Glubble - Tela 3

Outro grande recurso, é a possibilidade de distribuir autorização para amigos e parentes que você confia, adicionando-os como ajudantes. Você sempre saberá quem autorizou o que.

Os pais terão a interface normal do Firefox, apenas com um botão que permite adicionar a página corrente à lista de páginas confiáveis (”white list”).

Glubble - Tela 4

É claro que você também precisa desabilitar qualquer outro navegador e permitir o acesso ao sistema operacional por uma conta restrita, senão logo as crianças já estarão burlando o Glubble.

Se você possui filhos ou cuida do laboratório de informática de alguma escola infantil, sem dúvida o Glubble é uma excelente opção.

Disponível para Windows, Linux e Mac OS X

Glubble - Download

Mensagem de Linus Torvalds na usenet

Mensagem de Linus Torvalds na Usenet

Encontrei por acaso a mensagem original enviada pelo Linus Torvalds via Usenet na divulgação de seu projeto. A tradução para português foi disponibilizada logo abaixo da mensagem em inglês. Ambas as mensagens foram retiradas deste link: http://www.rootlinux.com.br/documentos/downloads/Historia_do_Linux.txt.

De:Linus Benedict Torvalds (torvalds@klaava.Helsinki.FI)
Assunto:[comp.os.minix] Free minix-like kernel sources for 386-AT
Newsgroups:comp.archives
Data:1991-10-05 09:24:25 PST

Archive-name: auto/comp.os.minix/Free-minix-like-kernel-sources-for-386-AT

Do you pine for the nice days of minix-1.1, when men were men and wrote
their own device drivers? Are you without a nice project and just dying
to cut your teeth on a OS you can try to modify for your needs? Are you
finding it frustrating when everything works on minix? No more all-
nighters to get a nifty program working? Then this post might be just
for you :-)

As I mentioned a month(?) ago, I'm working on a free version of a
minix-lookalike for AT-386 computers. It has finally reached the stage
where it's even usable (though may not be depending on what you want),
and I am willing to put out the sources for wider distribution. It is
just version 0.02 (+1 (very small) patch already), but I've successfully
run bash/gcc/gnu-make/gnu-sed/compress etc under it.

Sources for this pet project of mine can be found at nic.funet.fi
(128.214.6.100) in the directory /pub/OS/Linux. The directory also
contains some README-file and a couple of binaries to work under linux
(bash, update and gcc, what more can you ask for :-). Full kernel
source is provided, as no minix code has been used. Library sources are
only partially free, so that cannot be distributed currently. The
system is able to compile "as-is" and has been known to work. Heh.
Sources to the binaries (bash and gcc) can be found at the same place in
/pub/gnu.

ALERT! WARNING! NOTE! These sources still need minix-386 to be compiled
(and gcc-1.40, possibly 1.37.1, haven't tested), and you need minix to
set it up if you want to run it, so it is not yet a standalone system
for those of you without minix. I'm working on it. You also need to be
something of a hacker to set it up (?), so for those hoping for an
alternative to minix-386, please ignore me. It is currently meant for
hackers interested in operating systems and 386's with access to minix.

The system needs an AT-compatible harddisk (IDE is fine) and EGA/VGA. If
you are still interested, please ftp the README/RELNOTES, and/or mail me
for additional info.

I can (well, almost) hear you asking yourselves "why?". Hurd will be
out in a year (or two, or next month, who knows), and I've already got
minix. This is a program for hackers by a hacker. I've enjouyed doing
it, and somebody might enjoy looking at it and even modifying it for
their own needs. It is still small enough to understand, use and
modify, and I'm looking forward to any comments you might have.

I'm also interested in hearing from anybody who has written any of the
utilities/library functions for minix. If your efforts are freely
distributable (under copyright or even public domain), I'd like to hear
from you, so I can add them to the system. I'm using Earl Chews estdio
right now (thanks for a nice and working system Earl), and similar works
will be very wellcome. Your (C)'s will of course be left intact. Drop me
a line if you are willing to let me use your code.

Tradução para o português:

Você sente falta dos dias do Minix/1.1 quando homens eram homens e escre-
viam seus próprios drivers? Você está sem nenhum projeto legal e está
ansioso para mexer num sistema operacional que você possa modificar
para atender às suas necessidades? Você está achando chato quando tudo
funciona no minix? Não ficar mais a noite inteira tentando arrumar
um programa legal? Então esta mensagem pode ser para você.

Como eu disse há um mês (?) atrás, eu estou trabalhando numa versão
grátis dum similar para o Minix, para computadores AT-386. Ela
finalmente atingiu o estágio onde já é usável (apesar de talvez
não ser, dependendo do que você quer), e eu estou a fim de colocar
(online) o código fonte para uma distribuição melhor. É apenas a ver-
são 0.02 (com mais um patch) mas eu já rodei bash/gcc/gnu-make/gnu-sed/
compress dentro dela.

Códigos fontes para este hobby meu podem ser encontradas em nic.funet.fi
(128.214.6.100) no diretório /pub/OS/Linux. O diretório também contem
alguns arquivos README e um conjunto de arquivos para permitir
trabalho no Linux (bash, update e GCC, o que mais você queria? :-).
O código-fonte do kernel está disponível por inteiro, porque nenhum
do código do Minix foi usado. Os códigos-fontes das bibliotecas são
apenas parcialmente abertos, portanto não podem ser distribuidos. O
sistema pode compilar "como está" e é provado que funciona. (hehehe)
Código-fonte dos programas (bash e gcc) podem ser encontrados no mesmo FTP
em /pub/gnu.

PERIGO! AVISO! NOTA! Este código fonte ainda precisa do Minix/386 para
compilar (e o gcc-1.4.0, ou o 1.3.7, não testei) e você precisa do Minix
para configurá-lo, então ele ainda não é um sistema por si só para vocês
que não tem o Minix. Eu já estou trabalhando nisto. Você também precisa
ter um jeito hacker (?) para configurá-lo, então para aqueles torcendo
por uma alternativa ao Minix/386, me esqueçam. Ele é atualmente para
hackers com interesse no 386 e no Minix.

O sistema precisa de um monitor EGA/VGA e um disco rígido compatível (IDE
serve). Se você ainda está interessado, pegue no FTP o readme/relnotes
e/ou me mande um e-mail para saber mais.

Eu posso (bem, quase) ouvir vocês perguntando para si mesmos: porquê? O Hurd
vai sair em um ano (ou dois, ou em um mês, quem sabe), e eu já tenho o Minix.
Este é um programa feito por e para hackers. Eu gostei de fazer ele, e alguém
pode começar a olhá-lo e até mesmo modificá-lo às suas necessidades. Ele ainda é
pequeno para entender, usar e modificar, e eu estou otimista em relação a algum
comentário que vocês tenham a fazer.
Eu também estou interessado em alguém que tenha escrito alguns dos utilitários/

bibliotecas para o Minix. Se o seu trabalho pode ser distribuído publicamente
(registrado ou mesmo domínio público), eu gostaria de ouvir comentários de vocês,
e para que eu possa adicioná-los ao sistema. Eu estou usando o Earl Chews estdio
agora mesmo (obrigado, Earl, por um sistema que funciona), e trabalhos similares
seriam bem-vindos. Seus (C)'s obviamente serão mantidos. Me deixe uma mensagem
se você quer deixar que a gente use seu código.
____________________________________________

Incrível como uma pequena mensagem como esta iría transformar o mundo da informática!